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Imprensa

* * * TABARKA JAZZ FESTIVAL JULHO 2009 * * * (Mike Stern, Dede Cecarelli, Joachim Kuhn, Courney Pine etc.)

<« Após um passeio à Ain-Draham, com Soufiene Safta, na segunda-feira passada, a ‘Basilique’ (Basílica) recebeu a cantora franco-brasileira Manu le Prince para uma noite memorável, incrementada de música e canções que tocaram diretamente o coração e o corpo.
Cantora sem fronteiras por definição, amorosa do Brasil, Manu le Prince ofereceu um buquê bem rico e muito variado onde o jazz se mistura com a bossa nova. O romantismo e a elegância são intimamente ligados a uma obra elevada e sensual, instalada sobre o signo da vida e da festa.
Uma dezena de canções, entre elas: “Night and day”, “You don’t know what love is”, “Morning”, “Casa forte”, “One note samba” ...Manu le Prince improvisa com uma grande sensibilidade. Uma noitada cheia de charmes brasileiros e tunisianos também.
Manu le Prince é uma das grandes revelações da estação neste verão.»
Mokhtar Triki LE TEMPS 17 juillet 2009

JAZZMAN 2008 : PRINCESSE
M Manu Le Prince é dona de uma voz verdadeira, daquelas que lembram ao ouvinte o sabor de uma fruta selvagem. Ela sabe involver-se numa interpretação com uma sinceridade convincente, qualidade geralmente reservada aos maiores. Suas origens britânico-argentina e sua brasilidade de adoção permitem-lhe explorar o universo de Cole Porter com um ecletismo, um distanciamento e uma abertura de espírito que garantem a autenticidade da sua abordagem. Para comprovar, basta escutar o ritmo suingado de Love For Sale e o jeito dela extrair a quintessência das melodias de I get a kick of you e Let´s fall in love. Assim, Manu Le Prince assina interpretações que iluminam toda a sutileza das composições de Cole Porter. Ela também soube escolher os parceiros: Alain Jean Marie, Gilles Naturel e John Betsch formam a “cozinha” mais cobiçada pelas cantoras. Ela também teve a boa idéia de convidar artistas consagrados cujas participações aperfeiçoam o êxito do conjunto. Brilhante.
Alain Thomas JAZZMAN Dec. 2008

CLASSICA Repertório :.60' Lançamento DDD http://www.qobuz.com/images/classica/critiques/note_son3.gif 
Ótima gravação que faz jus ao timbra da voz.
Ouça primeiro Just One of Those Things: o duo de introdução com a bateria do excelente John Betsch. Eis um trapézio sem rede, sem refúgio possível, a prova de fogo. Manu Le Prince revela uma segurança rítmica e um swing raramente encontrados em cantoras. Mas o álbum inteiro mostra também expressividade emocionante, beleza no timbre e personalidade nessa cantora. A perfeita seção rítmica ao seu lado composta de Francis Lockwood, Gilles Naturel et John Betsch, além de todos os convidados, muito bem inspirados e cúmplices desse clima que ela sabe criar, participam do charme contínuo desse excelente álbum. A escolha do repertório, Standards imortais de Cole Porter, acrescenta ainda mais, se fôr preciso, a esse prazer sem culpa que ele traz. Que tal arriscar uma comparação da Manu àquelas que se destacaram nesse ramo, por exemplo Diana Krall e sobretudo Ella Fitzgerald, convém dizer que com a sua personalidade própria ela dá mesmo conta do recado. E isso não um mero elogio.
Jean-Pierre Jackson CLASSICA Repertório março de 2009

Manu Le Prince "Homenagem a Cole" 
Os amantes da voz quente e sensual vão ficar maravilhados. Manu Le Prince, brasileira de coração e franco-argentina de nascimento oferece uma brilhante homenagem ao "song writer "americano Cole Porter no seu último album. A cantora, reproduzindo sua relação de amor à bossa nova, investe numa celebração muito jazzística do grande autor com uma releitura de 17 dos seus Standards. Maravilhosamente ela dá conta do recado graças a uma voz suave e a músicos da pesada (destaque para Francis et Didier Lockwood, Stépane Belmondo). Só falta saborear tranquilamente sentado no sofa, as notas leves de I've got You Under My Skin ou All Through The Night..." 
LA TRIBUNE - La Culture et moi - Janeiro de 2009  
  
MANU CANTA COLE PORTER-
2 de maio 20h e 22h no Duc des Lombards . Manu Le Prince acaba de lançar um disco encantador: interpretações perfeitamente jazz das grandes canções de Cole Porter às quais ela oferece toda profundidade. Uma felizíssima surpresa.
Michel Contat
 Telerama
 
 Manu Le Prince - Uma homenagem a Cole Porter. Consagrada cantora sem fronteiras, apaixonada pelo Brasil (e vice versa) tendo vivido mil encontros (do grupo Odeurs ao Magma, de Lavilliers ao Daniel Goyone), Manu Le Prince retorna hoje ao jazz. Para tal ela escolheu o repertório e os acompanhantes idôneos : as canções eternas de Cole Porter (Love For Sale, I Get A Kick Out Of You, From This Moment On, Miss Otis, What Is This Thing, etc…) e uma rítmica de sonho composta de Alain Jean Marie (piano), Gilles Naturel (contrebaixo) et John Bestch (bateria) ornamentada pelo saxofone de Xavier Richardeau. Após diversas aparições em clubes nesta fórmula, um album « Tribute to Cole Porter » sai hoje pela Sergent Major/Nocturne com uma bela coleção de convidados de brinde (Stéphane Belmondo, Patrick Saussois, Didier Lockwood, Rhoda Scott, etc…). Para tal Manu Le Prince oferece ao público e a ela mesma duas noites no mais brasileiro dos clubes da capital… Jean-Luc Caradec La Terrasse Janeiro de 2009  
  
14 de março no Sunset, 60 rue des Lombards : Cantora sem fronteiras, Manu Le Prince sempre teve duas paixões : a música brasileira e o jazz da sua infância. Vocalista do grupo Magma e Urban Sax, impregnada pelos Brasileiros Hermeto Pascoal e Raul de Souza, ela acaba de homenagear o compositor Cole Porter no seu último disco “Tribute to Cole Porter » (Sergent Major/Nocturne). Maravilhosamente acompanhada por um trio liderado por Alain Jean-Marie (piano) e com vários convidados de peso – Rhoda Scott, Didier e Francis Lockwood, Stéphane Belmondo, Xavier Richardeau (sax-barítono) ou ainda Patrick Saussois (guitarra) – ela revisita esses standards com muita elegância, romantismo e muito balanço. Didier Pennequin Le Quotidien du Médecin Março de 2009  
 
 
Night and Day, I’ve got you under my skin, I get a kick out of youCom uma voz repleta de sentimento, Manu Le Prince homenageia o repertorio do imenso Cole Porter. Suas interpretações apresentam as cores discretas brasileiras, o que nos lembra que essa cantora é uma grande especialista da bossa nova. Tribute to Cole Porter (Sergent Major/Nocturne). Michel Doussot/ Paris Capitale Março de 2009" TRIBUTO A COLE NO SUNSET - O romantismo, a elegância, são estreitamente ligados a uma obra elevada e sensual, representando vida e festa. Uma homenagem a esse mestre do repertorio americano, que merece ser visitada, principalmente se a intérprete é uma cantora tão apaixonada, como a "brasileira" Manu Le Prince, que orquestra ha varios anos o enconttro entre o jazz e a bossa. Antiga colaboradora de Christian Vander ao centro de Magma, e tendo publicado seu primeiro disco em 1991 ("Agora"), Manu Le Prince foi designada para introduzir a comédia musical nos clubes de jazz. Primeira bela nostalgia-jazz do ano de 2008". "A Nous Paris " - JAN 2008.

« "Madrugada" exprime as diversas paixões de Manu Le Prince. O jazz, inicialmente, com uma “reprise”envolvente de Caravan, e uma emocionante interpretação de Nature Boy. Depois, o Brasil: Fotografia de Tom Jobim et Casa Forte d'Edu Lobo, revistos com sinceridade. Uma homenagem é também prestada a Nougaro (Le Cinéma, versão feminina, para a ocasião). De sua cumplicidade com Hermeto Pascoal, surgiram dois títulos: Bébé et Coraçao, duo com o mestre no piano acústico. A voz carnal valoriza uma quinzena de títulos, com orquestrações elegantes e arejadas».
Philippe Deneuve " JAZZ Magazine" fév 2006

MADRUGADA : “Uma homenagem às músicas brasileiras, que ressoam esplendidamente na voz desta cantora de jazz que, acompanhada por uma elite do gênero, nos encanta com suas bossas melodiosas e arranjos luminosos.
"
Lylo" fév 2006

MADRUGADA : "A mais brasileira das parisienses volta do Rio com um novo disco entre jazz e bossa nova. Energia e ritmo, melodias sutis e sofisticadas se encontram. É uma mulher à flor da pele, sensível e sensual, e uma grande voz que encontramos nesse álbum, entre composições originais e versões, como as lindas “Nature Boy” e "Caravan”, ou ainda uma bela homenagem a Claude Nougaro. Ela está rodeada de seus cúmplices fiéis: Francis Lockwood, Cacau de Queiroz et Raul de Souza, Stéphane Belmondo et Marc Berthoumieux, em um disco que nos faz tão bem quanto um doce nascer do sol”.
Yaël "Latina'Mag" 2006

MADRUGADA : MANU LE PRINCE. “A música brasileira convive com o jazz desde muito tempo. Os vocalistas do reino da bossa o compreenderam: a sensualidade deve ser compartilhada! Raramente um artista ilustraria tão bem esse casamento, como faz Manu Le Prince. Ela canta há dois anos no “Arbuci”, em Saint-Germain-des-Prés. O público e os músicos não querem saber de outra coisa. Nós, também não!
(Madrugada, Nocturne, já à venda)
Bruno Pfeiffer "Virgin Hebdo" fév 2006

MADRUGADA : MANU LE PRINCE. Para os jazzistas, Manu Le Prince é a muito tempo um segredo bem guardado; para os seus fãs, um tesouro da música brasileira concebida na França. Seu último disco, "Madrugada", selo ”Nocturne”, surpreenderá a todos: ela canta melhor do que nunca, tendo como convidado especial Hermeto Pascoal.
Michel Contat "Télérama mars 2006

"LE SUNSIDE" A mais brasileira de nossas parisienses, não tem igual para nos enfeitiçar..."
Jean Michel Proust "Nouvel Observateur" sept 2005

"FESTIVAL AMERICAIN DU SUNSIDE", dia 1° de julho 2004, no “Sunside”. Antiga cantora do Magma, Manu Le Prince evolui doravante entre a França e o Brasil. Conjugando com alegria jazz e samba, ela presta homenagem aos grandes compositores brasileiros e canta maravilhosamente as composições emaranhadas do genial Hermeto Pascoal. Ela é acompanhada por Francis Lockwood (piano), Acelino de Paula (baixo) et John Betsh (bateria)".
Hugues Le Tanneur "Le Monde / Aden" juil 2004

MADRUGADA : « Madrugada, hora de murmúrios e sussurros, quando a fumaça dos cigarros e os vapores da cachaça vêm cobrir as cores da festa, com um véu de volúpia e de nostalgia. Hora adequada para que Manu Le Prince nos envolva com sua voz quente e sensual, suas composições “jazzys” com sabores de Bossa Nova, e suas interpretações de Bossas com sabores jazzy. Elegante casamento de ritmos e de culturas, este álbum incontornável, gravado entre Paris e Rio, escrito em parte por Manu Le Prince, e em parceria com Hermeto Pascoal. Francis Lockwood, Filo Machado ou Robertinho Silva, igualmente convidados nesse disco, misturam swing e emoção, envolvidos por uma linda voz voluptuosa. A originalidade desse álbum se afirma desde a primeira faixa, com a surpreendente releitura de « Caravan » de Duke Ellington, que toma pouco a pouco andamentos de Samba, como também sua surpreendente versão de « Nature Boy ». É igualmente uma homenagem a grandes nomes da Bossa Nova como : Tom Jobim, Edu Lobo ou Rosinha de Valença , ou ainda a Claude Nougaro, com sua inesquecível interpretação de « Le Cinéma ». Essa mágica com voz de veludo e com a pluma mergulhada no swing sabe ser bem rodeada: Francis Lockwood , Tatau Caetano e Carlos Werneck, seus cúmplices de sempre, e também seus amigos que são: Cacau de Queiroz, Raul de Souza, Stéphane Belmondo, ou Marc Berthoumieux, ela nos embala de surpresa em surpresa. Elaborado com amor, este último Cd, com arranjos extremamente refinados, exprime toda a força de interpretação da cantora, apaixonada pelo Brasil, e ninada desde a infância pelo jazz, nos transportando pelo mundo sem fronteiras da música, e da cumplicidade que transcende as emoções»
Any Collin

MADRUGADA / DUC DES LOMBARDS  :
"Sexta 5 e Sabado 6 de março no Duc des Lombards Manu le Prince Quintet "Brasil au Duc"
Embora que o trio de Brad Mehldau se apresentasse ao bar do lado (Sunside) o Duc estava completo durante as tres partes do programa de Manu. Manu Le Prince, bela, sensual, pele morena, com seus longos cabelos, uma beleza, tipicamente brasileira.
Ela apresenta e canta as canções do seu novo disco, Madrugada.
Em homenagem às cores do Brasil e à Duke Ellington, com a musica calorosa e cheia de swing "Caravan". Este tema não pegou nenhuma ruga, ele se adapta a todas interpretações.
O acordeom, com sua sonoridade, convem bem ao jazz, Marc Berthoumieux excelente no teclado vertical. Com sensibilidade e graça, como uma caricia, Manu canta em ingles "Winter Song", composta pelo Francis Lockwood, pianista que põe seu talento ao serviço do swing. "Seu estilo é muito agradavel. Stéphane Huchard tranquilo em todas formações e estilos, eficaz ou discreto, segundo as necessidades do repertorio de canções de Tom Jobin, escolhido por Manu. Carlos o verdadeiro carioca, espinha dorsal da seção ritmica. Como noticia desse dia a desaparição de Claude Nougaro, o magico das palavras. Manu presta-lhe uma vibrante homenagem cantando duas vezes a canção Cinema, no final da primeira e terceira parte do show, que esta no CD Madrugada com o acompanhamento do Stéphane Belmondo ao Flugel.
Por essa regravação, Manu recebeu os comprimentos de Claude Nougaro que disse pra ela : " Voce tornou "Le Cinema” bem feminina", Manu Le Prince Aquiesta a opinião do seu padrinho brasileiro, Hermeto Pascoal : "Ela pensa, ela sente, ela canta marivilhosamente bem". E generosamente, Manu sabe comunicar seu entusiasmo, atraves do seu canto e da musica .
Jean François Belalta "Lyon Jazz Notes" n°78 may 2004

LE ROSSO CAFFE : O Brasil é honorificado por uma da mais belas vozes, do "latin jazz" da França, charmosa e sensual, a desejada, bela Manu Le Prince, princesa da bossa nova e da "Madrugada", nome do seu ultimo disco, referencia à musica tradicional brasileira...
Marie Emanuelle Galfre "Le Parisien" 15 Dec, 2004

"MADRUGADA" : Quem diz Brasil, diz, forçosamente, personalidade, timbre quente, voz, de vez em quando, roca, arranjos vocais seguros, sem duvida, Manu Le Prince esta na posição A do alfabeto. "
T Marcuola "Jazz Hot"

 "MADRUGADA" : "Ela pensa, ela sente... ela canta, maravilhosamente, bem", é o ditado do genial multi-instrumentista Hermeto Pascoal, convidado de marca desse album, que da imetiatamente vontade de escutar este CD de Manu Le Prince, com sutileza retenida ! A alquimia de canções misturam standards da bossa (A. C. Jobim/Fotografia, jazz com o planetario Caravan de Duke, e de temas proprios escritos sozinha ou com Francis Lockwood ou Hermeto Pascoal, sem esquecer "l'écran noir de mes nuits blanches... " ("Le cinéma", M. Legrand / C. Nougaro), dão vontade de ouvir sem parar as canções que se seguem, naturalmente. Da emoção, tambem, quando a voz de uma criança canta alguns compassos do Jardin d'hiver que permetiu ao "vovo" Salvador colocar os pés, romanticamente, à todos esses que dizem que... "Ela pensa, elle sente... ela canta maravilhosamente bem ", não sou eu que digo, então voces podem me acreditar!"
Jean My "Brazuca Mag"

A mais brasileira das nossas parisienses. So alegria ! "
"Nouvel Observateur"

"FESTIVAL AMERICAIN DU SUNSIDE", o 1° de julho de 2004 Magma, Manu Le Prince evolui, de agora em diante, entre a França e o Brasil. Catando a alegria do jazz e o samba ela presta homenagem aos grandes compositores brasileiros e a musica interessante de compositores geniais como Hermeto Pascoal. Ela é acompanhada por Francis Lockwood (piano), Acelino de Paula (baixo) e John Betsh (bateria)
Hugues Le Tanneur "Le Monde / Aden"

Concertos de Marciac a Enghien.
No seu ultimo CD MADRUGADA, a cantora MANU LE PRINCE interpreta "Le Cinéma" A Marciac à Enghien ela dedicara, seguramente, essa famosa cançao francesa a seu compositor, Claude Nougaro. Ela interpreta classicos, como Caravan, Fotografia, composiçoes proprias e com Francis Lockwood, com ritmos latinos, a sensualidade da bossa nova, vitalidade do bop, perfumada de flamenco. O legendario musico brasileiro, Hermeto Pascoal, participaçao especial no disco, que escreveu no encarte do disco : "Ela pensa, ela sente, ela canta marivilhosamente bem". Coluna vertebral do trabalho ritmico, Tatau Caetano, baterista e esposo da cantora que, infelizmente, faleceu no ano passado. Sera, entao, Stéphane Huchard que completara a seçao ritmica com Carlos Werneck (baixo) e Francis Lockwood (piano) -o quinteto (incluindo Cacau de Queiroz ). Encontro com esse noivado "princier" do jazz com o samba ! Manu Le Prince em excurçao, por Marciac, 14 e 15 de agosto ao Jazz em Marciac, e o 21 de agosto em Enghien.
Fara Couderc L'Humanite Hebdo 14 Aug. 2004

A voz generosa, acariciadora de Manu Le Prince, a brasileira de Paris... Um extraordinário swingue acompanha sua voz sensual...
E. Azoulay Telerama

Com sua formosidade de cigana civilizada... Sua voz perigosa que enrosca os nervos em torno da coluna vertebral...
A.Schmidt "EST-ECLAIR"

Numerosos eram os fãs de jazz brasileiro e da enfeitiçadora felina domesticada. Teria que ser de mármore para resistir à sedução de Manu Le Prince. Ela não tem a sensualidade provocativa de uma Madonna mas sim a de uma princesa Inca, soberana com olhos de fogo. Manu, semi-argentina, semi-britânica, fez parte dos grupos "Magma" e "Odeurs" antes de encontrar a sua própria identidade dentro do jazz latino.
Mickey Papoz "Nice Matin"

Uma homenagem "Titanesca" à Bossa-Nova. Com sua delicada voz sensual, Manu improvisa com grande sensibilidade...
Vincent Oudot "L'Est Republicain"

Apoiada pela qualidade de um trio composto por Francis Lockwood, Carlos Werneck, Tatau Caetano, a poderosa voz aveludada de Manu, assim como sua charmosa dinâmica fazem maravilhas...
Carolin Fabre "Boom Boom Mag"

Quando Manu entra em cena, é todo o Brasil com seu cortejo de repertórios de rítimos e de exuberância que lhe acompanha. Sua voz mágica nos abrem as fronteiras mais distantes. Manu Le Prince, sensual, dançante e emocionante, com seu olhar cintilante nos enfeitiçou.
Seu espetáculo é um passaporte beatificante onde se esvai o estresse do cotidiano diante da música e nos deixam estalando os dedos muito tempo depois...
Patricia Scott Dunwoodie "Parole et Musique"

Se o verdadeiro talento é o de reconhecer o talento dos outros, então Manu Le Prince tem todos o talentos: ensina a amar os artistas que ela ama, e interpreta como ninguém a verdadeira musica brasileira. Manu deve ter sido tocada pela graça dos deuses da Bossa e do samba por cantar com tanta generosidade e sentimento.
Gerard Naulet "Jazz Hot"

BESANCON : "Sa chouette plastique de gitane civilisée... Sa voix dangereuse qui entortille les nerfs autour de la colonne vertébrale..."
A. Schmidt "Est Eclair"

AGORA 


"AGORA"  :  Logo no começo do disco ela dá um tom de profissionalismo que foi notado já na época em que cantava com Bernard Lavilliers, Christian Vander, etc. /. Doçura, calorosidade, feminilidade e maestria vocal...tudo isto levanta o astral, é forte, permite à platéia vibrar com o Brasil das mãos à ponta dos pés... Uma festa sem fim!...
R. Baud "Jazz Hot"

Nós já ouvimos esta dama com os grupos "Odeurs", "Magma" e com Bernard Lavilliers. Podemos dizer que ela tem um senso musical nato... Agora ela lança seu próprio CD ambiciosamente marcado pelo Brasil e pelo Jazz. Composições felinas e enégicas que invocam mais o sol do que a noite...
Y. Plougastel "L'Evenement du Jeudi"